Em 2021 o Pix era novo e dava medo de errar. O trabalho era tirar o medo da tela.
Product Designer nas squads de Pix e Open Banking do Banco Bari. As facilidades que deixam pagar e receber por Pix simples e seguro, do QR code à proteção contra pagamento duplicado, e a criação do ambiente de Open Banking.

Pix novo, cliente com medo
O Banco Bari é um banco digital, e em 2021 o Pix ainda era novo pra boa parte dos clientes. Nas squads de Pix e Open Banking, a meta era clara: tornar pagar e receber por Pix tão simples que qualquer pessoa fizesse na primeira vez, sem medo de errar.
A virada
O instante mais tenso é o de pagar
O momento crítico não era receber, era pagar. Errar o destinatário num Pix é irreversível, e é aí que mora o medo. Então a confirmação virou a tela mais importante do fluxo: antes de enviar, nome, CPF e valor do destinatário em destaque. O usuário lê pra quem está mandando e quanto, e só então confirma.

Desenhar contra o erro, de propósito
A facilidade que mais protege é a que atrapalha de propósito. Se o app identifica uma transação de mesmo valor feita há pouco tempo, ele avisa antes de concluir. É um trade-off explícito entre rapidez e segurança, e escolhemos segurança, pra evitar o pagamento duplicado acidental, um erro comum e caro no Pix do dia a dia.

Dois caminhos pra receber
Do outro lado, dois caminhos pra receber, cada um pro seu momento: escolher uma chave já cadastrada pra mandar pra quem vai pagar, ou gerar um QR code pra mostrar na hora. A tela deixa claro quem é o dono da chave e o valor, pra não sobrar dúvida antes de confirmar.


A aposta seguinte: Open Banking
O fio das duas squads era o mesmo. No Pix, tirar o medo de errar. No Open Banking, preparar o banco pro que vem depois. Trabalhamos na criação desse ambiente, que conecta o Bari ao sistema financeiro aberto: o cliente autoriza quem pode enxergar os dados dele, e é essa autorização que destrava o resto.