Quem vende no WhatsApp cola cinco ferramentas que não se falam. Fiz uma operação inteira, sozinho, orquestrando IA.
Uma operação de vendas completa, do catálogo ao Pix, pra quem vende no WhatsApp e na porta do cliente. Concebi e construí sozinho, orquestrando IA da concepção ao código.
Cinco ferramentas soltas
O lojista que começa pequeno vende pelo WhatsApp, pelo Instagram, na porta do cliente. Recebe no Pix, anota pedido na conversa, e quando pensa em crescer esbarra num monte de ferramenta separada: uma pra catálogo, outra pra cobrança, outra pra frete. Nenhuma conversa com a outra, e montar um site ou um sistema exige tempo e dinheiro que ele não tem.
A virada
Pensar o produto antes da primeira tela
Antes de desenhar qualquer tela, respondi quatro perguntas: quem é o vendedor, qual a dor real, qual a proposta de valor, como cobrar por isso. Daí saíram três escolhas que o resto obedece. Mobile-first, porque é no celular que ele opera. Pix no centro do checkout, porque é como o Brasil paga. E um modelo de planos que cresce junto com o negócio, em vez de punir quem está começando.
Uma base só, do catálogo ao Pix
Loja, catálogo, pedidos, cálculo de frete e gestão numa base única. O vendedor de porta em porta e o negócio pronto pra expandir usam o mesmo produto, cada um no seu momento. Nada de emendar ferramenta solta: a venda nasce e fecha no mesmo lugar.
Designer que constrói, IA como força de trabalho
Não foi design jogado por cima da mesa pra alguém implementar. A visão de produto, as decisões de arquitetura e a execução são minhas, e a IA executa. RLS pra isolar os dados de cada loja, Stripe pra assinatura, Supabase pro banco.
O que virou
Beta em 2026, com catálogo, pedido, checkout e gestão rodando ponta a ponta. Ainda não sei como o mercado vai responder. Sei que o produto existe, que foi uma pessoa só que fez, e que em nenhum momento a bola passou pra outro time no meio do caminho.